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sexta-feira, 17 de maio de 2013

Xeque Mate

Esta frio, estamos assistindo filme no sofá. Minha mãe e meu irmão estão na sala sentados no outro sofá.

Estamos cobertos com um cobertor, eu estou vestindo uma calça que ele adora, pois ele é de amarrar na cintura e lhe dá fácil acesso ao meu sexo.

O filme esta na metade, deito em seu colo, ele me abraça e beija meu rosto. Imediatamente entendo seu gesto e me acomodo um pouco mais já que estamos totalmente cobertos sua mão desliza para baixo e começa a afagar no meio de minhas pernas. Os movimentos são tão sutis que ninguém percebe. Tento retribuir e me coloco sentada ao seu lado, bem agarradinha.

Como esta muito frio estamos cobertos até quase o pescoço ( isso é comum em nossa região, já que no outono/inverno faz muito frio). Ele também percebe que quero retribuir as carícias mesmo não estando sozinhos na sala, mas como todos os demais estão vidrados no filme não nos importamos em continuar.

Sua mão vai para debaixo da minha calça, em cima da minha calcinha. Dobro os joelhos para que o cobertor forme uma " barraquinha" acima de nós. Seus movimentos são leves mas quentes me deixando completamente molhada.

Começo a passar a mão em sua coxa, subindo devagar por entre suas pernas, sua ereção começa a crescer. Nossas respirações tem de ser controladas pois não estamos sozinhos e isso deixa tudo mais excitante. O filme é de ação com muito barulho e isso nos dá uma vantagem.

Ele atrevesse mais e afasta minha calcinha e começa a acariciar meu sexo. Olho pra ele e seus olhos estão brilhando e sinto o pulsar de sua ereção. Consigo chegar até seu pênis, que esta sob a calça, agarro de leve massageando devagar e sentindo ele latejando de tesão.

Passamos assim por uns dez minutos, e eu quase gozei mas consegui me controlar.

O filme acaba e meu irmão já esta dormindo no sofá. Minha mãe levanta-se e o leva para o quarto.

Neste meio tempo podemos nos arrumar. Eu arrumo minha calcinha ele vai até o banheiro tentar arrumar a " barraca" suas pernas.

-Vocês vão ficar ai mais tempo? - pergunta minha mãe se dirigindo ao seu quarto.

-Vamos escutar música. - respondo já tendo muita coisa em mente para as próximas horas.

-Não esquece de trancar a casa. - diz ela em tom de desaprovação pelo fato de ainda ficarmos acordados.

-Vou fechar, ainda são 22:30. - digo.

Ele sai do banheiro e senta-se ao meu lado e minha mãe vai para seu quarto ( ao qual a porta sai direto na sala).

Apago as luzes da casa e deixo apenas a tv ligada mas sem volume. Tenho uma salinha de namoro a qual tem apenas um sofá de 2 lugares e um aparelho de som. Vamos até ela e ligamos o som, sentamos no sofá de dois lugares e nos cobrimos novamente com o cobertor.

A essa altura eu já estou pegando fogo novamente, começamos a nos beijar e novamente sua " barraca " esta armada. O cobertor já esta no chão. Não resisto e abro sua calça deixando seu pênis todo exposto. Não tenho coragem de dizer a ele que minha vontade é de chupar o que vejo pois a vergonha é maior. Então agarro com uma das mãos, devagar bem lentamente, subindo e descendo enquanto beijo sua boca. Sua mão começa a passar por minha barriga, levantando minha blusa e chegando até meu seio que já esta firme.

Ele tira meu seio de dentro do meia-taça e começa a acariciar meu mamilo. Como não estamos sozinhos em casa tenho que controlar meus gemidos e ele também. Quando meus movimentos se aceleram ele começa a beijar meu seio e libera o outro para poder acariciar. Eu tenho uma mão em seu pau duro e latejante subindo e descendo e a outra em seus cabelos puxando ainda mais ele par perto de mim, par que chupe cada um de meus seios.

Uma de suas mãos descem até meu sexo, por baixo da minha calça chegando a entrada da minha vagina com os dedos. Eu já estou literalmente "ensopada" e clímax quase chegando.

- Eu quero agora! - diz ele, referindo-se a consumar o ato de verdade.

- Não posso! Não dá, tem gente em casa! -protesto gemendo de prazer.

- Eu não to aguentando mais! -

Eu continuo acariciar seu membro passando o polegar na cabeça e apertando um pouquinho (mesmo sem conseguir fechar a mão ). Acelero meus movimentos e ele os dele e nossas respirações aceleram juntas.

-Ah! - gozamos a mesmo tempo!

Nossos rostos demonstram todo o prazer que acabamos de dar um ao outro.

Minha mão esta toda lambuzada juntamente com as dele. Vou até o banheiro, lavo as mãos e levo um pedaço de papel para elae se limpar um pouco antes de vestir a roupa.

Ele vai até o banheiro e quando volta sua expressão muda.

- O que foi?- pergunto.

- Eu não to aguentando mais!- diz ele num tom decepcionado.

- Mas tu gozou não gozou?

-Sim, mas não é isso que eu to falando. É que...

-É que oque? Me diz!- digo sem entender nada pois tínhamos acabado de nos acariciar até gozar, e foi muito bom.

-Eu quero mais, eu não to aguentando ficar só assim!

Meu rosto cai. Claro! Ele quer fazer de verdade, mão quer ficar só com " esses carinhos".

-Mas ... mas eu não fiz isso antes e tenho medo! - digo.

- Olha tudo bem, mas sou eu que não to conseguindo ficar assim. Vou pra minha casa.

-Tu não ia dormir aqui?- pergunto, pois achei que poderíamos ficar mais tempo juntos.

- Melhor não, eu preciso...

- Precisa de mais.- completo.

-Eu não quero brigar, eu vou indo.- ele diz levantando e dirigindo-se até a porta.

Vou com ele até o portão, meu pensamento esta no que ele disse que precisa de mais. Eu não sei como fazer, tenho medo de me machucar e minha mãe ficar sabendo e fazer alguma coisa.

Ele me beija.

-Fica! - eu imploro.

-Olha agente já esta nesse estado há algum tempo e eu não to conseguindo me controlar.

-Eu sei mas eu tenho medo!- retruco.

-Medo de que? Eu não vou te machucar, e além do mais....

-Além do mais oque?

-Tu não é mais virgem!- diz ele.

-Como assim?- pergunto apavorada.

-Agente pode não ter transado sem penetração, mas tu já gozou pra mim. Eu já te fiz gozar e tu já me fez gozar, então tu já não é mais virgem!- desabafa.

Minha mente para! Eu nunca tinha pensado por este lado, ele já me fez gozar e eu a ele. Já nos tocamos e nos demos prazer, ele já pôs os dedos dentro de mim e chupou meus seios. Eu já vi seu pênis duro, grosso e comprido. Será que é por isso? É por isso que eu tenho medo? Por já ter visto o tamanho do pau que ele quer enfiar em mim.

-Tu é grande! digo.

-Sou, mas não vou te machucar, fomos feitos para isso.- responde ele quase rindo.

Muita coisa passa pela minha cabeça agora, e u quero muito isso, mas tenho medo de descobrirem, mas também tenho medo que não seja suficiente pra ele.

-Minha mãe sai cedo amanhã, e o meu irmão também.

-Quer que eu durma aqui então?

-Sim! Dorme no meu quarto hoje e eu durmo com a minha mãe. Dai depois que ela sair amanhã....

-Tem certeza?

-Tenho eu também quero e muito.

-Ok! Vamos entrar então.

Assim entramos novamente em casa, eu preparo a minha cama para ele dormir e vou para o quarto da minha mãe dormir come ela já que meu pai esta viajando.

Me deito e meus pensamentos voam. Definitivamente amanhã eu vou perder minha virgindade física como ele disse.

Nem sei se vou conseguir dormir........

Casa vazia!!

A casa esta vazia, ficamos somente nos dois para cuidar das coisas.
Já tem um tempo que ele vem me acariciando e dando orgasmos deliciosos, mas a minha curiosidade tem aumentado e o desejo esta tomando conta de mim.
Estou limpando a casa, e ele me observa lavar a louça. Esta ali, sentado no sofá a poucos metros de mim.
Fico lembrando de como ele me toca, e como sua ereção surge rapidamente quando faz isso, fico imaginando como é , digo o seu membro, o tamanho o formato, nossa minha curiosidade faz minha imaginação viajar que esqueço o que estou fazendo.
Ele pergunta se esta tudo bem, e eu digo que sim.Termino minha tarefa e sento ao seu lado.
Começamos a nos beijar, começa a cair a noite, ele levanta e fecha a portada frente. Volta ao sofá e me beija, passa a mão em meu pescoço desce até os seios.
-Ah! -eu gemo
Ele levanta minha blusa, acaricia meus seios, belisca meus mamilos.Isso é muito bom! Tiro a blusa, e já me sinto toda molhada.
Ele desce seus beijos até os meus seios que já estão duros, sua mão desce por minha cintura, sua língua viaja em meu mamilo.
Vejo sua ereção crescendo juntamente com a minha curiosidade de vê-lá.
Continuamos ali, ele desfaz o nó da minha calça, desce a mão sobre a minha calcinha e a arrasta para o lado. Minhas mãos estão em seu cabelo, e puxando ele contra meu peito. Sua mão começa a massagear meu clitóris.
-Isso é bom? - pergunta ele enquanto desce um pouco o dedo na porta do meu sexo.
-E muito bom! -eu respondo quase gozando.
Ele me olha sem tirar a mão de mim, os tremores vão tomando conta do meu corpo, arqueio o corpo para traz e ele enfia o dedo mais um pouco ao mesmo tempo que chupa meu seio e isso faz com que eu chegue ao ápice.
Nos abraçamos, ambos ofegantes, mas eu já estou satisfeita. Mesmo ele já tão intimo ( o mais que eu já tinha sequer imaginado) do meu corpo eu rapidamente visto meu sutiã e a blusa. Ainda me sinto envergonhada ao deixar ele me ver, bem ao menos assim , quando esta só olhando sem tocar.
Sua respiração vai desacelerando, e meus olhos ainda estão em sua ereção que aos poucos vai diminuindo.
-O que foi? - diz ele
-Nada. - respondo, já com um sorriso no rosto.
-Claro que não é nada! Me diz o que esta pensando?
É obvio que ele me conhece bem, já que desde que estamos juntos conversamos muito sobre tudo e principalmente sobre sexo. Ele entende que pelo fato de eu ser inexperiente ( mas curiosa) as coisas tem que acontecer com calma.
-É que ... você me toca já faz algum tempo e....
-E ? - diz ele com uma cara já cheia de desejo.
-E eu nunca te toquei no seu....
-No meu ......
-É no seu..... - eu aponto pro meio de suas pernas, sem poder pronunciar o nome correto de tanta vergonha.
-Você quer tocar? - pergunta
-Sim! -respondo.
-Põe a mão!- diz ele.
E já cheia de de curiosidade e desejo, eu coloco a mão sobre a calça, movendo de baixo para cima. Sua ereção começa a apontar e seu pênis cresce de uma forma que eu não imaginava.
-Abre! - ele aponta para a calça.
E eu obedeço. E quando abro, lá esta ele, já saindo de sua cueca. Ele se acomoda mais no sofá e eu abaixo sua cueca para poder ver melhor.
-Pode pegar! - ele diz rindo da minha cara de espanto.
-Não ri de mim! - eu protesto
-Não estou rindo de ti, só to esperando pra ver oque vai fazer.
Dá pra ver as veias se dilatando e " ele " pulsando. Não resisto e deixo minha mão pairar sobre "ele". Meu instinto é apertar.
-Não! Não aperta tanto. - ele protesta.
-Como faz então? - digo na minha santa ignorância.
-Assim. - e coloca sua mão sobre a minha e conduz para baixo e para cima até a cabeça.
Com este movimento ele joga sua cabeça para trás e geme. Começo então devagar, com movimentos bem lentos, assim como ele começou comigo.
Mal consigo fechar minha mão envolta, é grosso e comprido, cheio de veias. Neste momento tenho vontade de beijar o pênis dele mas eu nunca nem tinha tocado um , e como no primeiro toque eu não fiz direito, não quis estragar nada. Segurei minha vontade de beijar o seu sexo e comecei a beijar sua boca que já estava entreaberta. Minha língua invadiu sua boca enquanto minhas mãos não paravam de se movimentar.
-Isso! - ele geme e se acomoda mais um pouco.
-Assim?- pergunto passando o polegar na cabeça do seu membro.
-Haham!
Nossas respirações estão ofegantes e o desejo toma conta de nós.
Continuo com os movimentos, subindo e descendo, ele segura-se com as duas mãos no sofá e joga sua cabeça para trás.
-Se continuar assim vai ficar melecada! - adverte.
-Porque? -digo
-Por que deste jeito eu não vou conseguir me segurar!-diz gemendo e com a respiração ofegante.
-E quem disse que é pra segurar?! Eu não me seguro, e quero ver como é contigo!
Os movimentos vão acelerando, e noto tremores tomando todo seu corpo, eu o beijo. De repente sinto um pulsar em minhas mãos e quando olho esta jorrando. Seu prazer é demonstrado de uma forma física e sua expressão é de êxtase!
-Feliz? -pergunto.
-Sim! - diz me beijando.
Meu sorriso não deixa meu rosto.
-Ta rindo de que? me pergunta.
-Eu nunca fiz isso antes, e eu adorei.
-E espero que continue .......

Primeiro orgasmo

Já é noite, eu finjo estar dormindo na cama inferior do beliche. Ele deita na cama superior, seu irmão quer tira-lo dali mas não consegue. Seu irmão sai do quarto e uns 5 minutos depois o silêncio paira na casa. Ele levanta-se e tranca a porta do quarto.
Sinto ele se aproximar da cama, minha respiração já esta ofegante. Ele levanta as cobertas e deita ao meu lado. Sua respiração esta no mesmo ritmo da minha, ele passa a mão em minha cintura e sobe até os meus seios enquanto me beija. Nossas respirações vão acelerando e ele já esta em cima de mim presionando sua ereção contra mim, agarrando meu seio beijando minha boca, nossas línguas se acariciando. Os corpos já pegando um ritmo único. Seus lábios sugando meus seios e o desejo tomando conta de nos dois
A cama começa a fazer barulho. Ele pega o colchão da cama de cima e põe no chão.
Deitamos os dois ali, estou nervosa, ele me abraça e começa a me beijar novamente. Estou de barriga pra cima e ele de lado com o braço direito envolta do meu pescoço. Sua mão esquerda acariciando meu seio enquanto beija meu pescoço, a mão desce por minha cintura e chega até meu quadril na linha da calcinha. Minha respiração para, ele me olha pedindo meu consentimento, meus olhos cheios de desejo confirmam. Ele desliza minha calcinha e eu sem saber oque fazer fico imóvel. Sua mão desce por meus pelos chegando até meu clitóris seus dedos começam a me acariciar onde ninguém tinha chegado antes. Sua boca beijando meu pescoço, descendo até meu seio. Meu corpo todo absorvendo essas sensações. Sua mão não para de massagear meu sexo, sua boca a sugar meu mamilo, eu com as mãos em seus cabelos, sua ereção pressionando meu quadril. Estou completamente molhada, gemendo baixinho, me contorcendo de tanto prazer. E ele não para e continua suas manobras em meu corpo até que não consigo mais me controlar e meu corpo todo estremece! É algo magico, fantástico. Olho pra ele um pouco assustada, ele me olha com aqueles olhos lindos e um sorriso malicioso, satisfeito de ter me dado meu primeiro orgasmo.
- É a primeira vez que faz isso?- pergunta ele, já sabendo a resposta.
- Sim. - eu sussurro.
- É a primeira vez que faço isso numa virgem. - confessa ele todo orgulhoso.