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segunda-feira, 27 de maio de 2013

Adrenalina!

Nosso desejo um pelo outro só vem crescendo. A cada momento que estamos juntos é como se uma carga de eletricidade invadisse nossos corpos e a atração se torna tangível.
É quarta, " dia do sofá", já estamos 2 dias sem fazer amor, e acho que não vamos aguentar até o próximo final de semana.
Como de costume ele vai até minha casa, tenho algumas coisas da escola para fazer e ele aguarda que eu termine pacientemente. Estou no 3º ano do magistério e me preparando para um estagio.
Todos estão em casa, meu pai chegou de viagem e tem muita coisa pra contar. Jantamos e só o fato dele encostar a mão na minha perna já me deixa molhada de tesão e ele senti isso. Após tirar a mesa nos sentamos no sofá para assistir televisão.
Estamos abraçados, eu com minhas pernas sobre as dele e como faz frio um cobertor quadriculado esta nos cobrindo. Um de seus braços esta em volta de meus ombros e sua mão esta acariciando meu pescoço lentamente.
O filme é de ação, todos estão compenetrados na televisão, menos nós dois. Eu agradeço ao frio que faz, pois assim ninguém consegue ver o que acontece debaixo do cobertor.
Estou vestindo minha calça azul de amarrar na cintura, a que ele adora já que é larga e fácil de abrir. Ele move-se e fica meio que de lado e envolve seu outro braço em minha cintura.
Estou abraçada nele e meu trabalho é não deixar o cobertor cair. O contato de minhas coxas em seu colo, próximo ao seu pênis faz com que a excitação tome conta de nossos corpos, mas não podemos fazer nenhum movimento brusco muito menos expressar qualquer tipo de som.
Nos entendemos com um olhar e eu sei exatamente o que ele quer e ele sabe o que eu quero. Lentamente ele passa a ponta dos dedos pelo cós da minha calça, me deixando toda arrepiada, e percebe que não esta amarrada, imediatamente põe a mão dentro dela. Sinto seu pau se mover embaixo de mim, me "cutucando" e convidando para a ação.
Meus olhos arregalem-se em direção aos meus pais que estão no outro sofá, mas eles estão tão compenetrados no filme que não percebem nada.
Seu braço que estava envolta de meus ombros, descem para as minhas costas e sinto a ponta de seus dedos acariciando meu seio. Estou com a cabeça em seu ombro e percebo sua respiração acelerar sutilmente. Sua mão direita permanece dentro de minhas calças e seus dedos começam a roçar meu sexo completamente molhado.
Preciso manter a concentração para que ninguém na sala perceba, mas o tesão que sinto é muito, mas muito bom. Seu atrevimento continua, e desliza minha calcinha para o lado enfiando um dedo dentro de mim sem dó. Puxo o cobertor mais pra cima e assim me ponho em uma posição mais "confortável".
A única coisa que podemos fazer é trocar olhares, e seus olhos claros dizem muito. Seus lábios entreabertos,  ele esta completamente excitado e contente com esta situação, seu prazer é papável, assim como sua ereção crescendo embaixo de minhas coxas no seu colo.
Os movimentos de seus dedos se aceleram dentro de mim, vai e vem, dentro e fora, juntamente com as caricias no meu seio, minhas coxas se comprimem juntamente com minha bunda absorvendo todo o prazer. Apenas me atrevo a olhar em seus olhos pois se eu beija-lo, não irei resistir e seremos descobertos. Ele esta adorando a situação, não somente pelo fato de eu não poder expressar um único gemido mas por saber que eu estou louca de tesão.
Fecho os olhos e minha respiração se torna profunda, ele sente que estou perto do clímax e usa o dedão para acariciar com movimentos circulares meu clitóris, enquanto continua enfiando dois dedos dentro de mim. Quando percebe que não aguento mais ele me aperta contra si e me beija. Assim consigo reprimir meu gemido de prazer em seus lábios enquanto gozo.
Ele tira os dedos totalmente encharcados de dentro de mim e ficamos totalmente imóveis.
Eu estou ruborizada com o que acaba de acontecer, eu gozei com meus pais na sala, sem que eles sequer percebessem oque estava acontecendo. Eu o olho e noto que esta tentando reprimir um sorriso de satisfação.
O filme acaba e meus pais vão se deitar. Espero eles fecharem a porta do quarto, que alias dá para a sala/cozinha, me levanto e vou ao banheiro.
Quando retorno ele ainda esta sentado com o cobertor cobrindo seu colo. Claro, meu irmão ainda esta na sala e não tem como se levantar sem que seja notada sua ereção.
Para disfarçar começo a lavar a louça, após alguns minutos ele levanta-se e me ajuda a secar a louça.
Meu irmão vai para seu quarto, e nós continuamos nosso trabalho.
Enquanto seca ele passa por traz de mim e roça sua ereção na minha bunda.
- Não! - eu advirto.
- Não oque?- pergunta ele com um tom malicioso.
- Não começa oque não pode terminar!
Ele me abraçando por traz e me pressionando contra a pia.
- Quem disse que não posso terminar!?...