Ele levanta-se.
- Já vai? - pergunto.
- Vou tomar um banho. - responde com um olhar convidativo.
- Quer que eu vá junto? - rezando para que ele diga sim.
- Se quiser..... - diz ele já sabendo da minha resposta.
Entramos no banheiro, ele liga o chuveiro. Baixo a tampa do vaso e fico ali sentada a admira-lo.
- Não vai tomar banho? - pergunta ele já tirando a cueca para entrar no box.
- Vou, é que....
- É que?
- Pra mim é estranho, tirar a roupa contigo me olhando.
- Deixa que eu tiro então.....
Chega ele perto de mim e começamos a nos beijar. Nossa! O beijo dele me deixa louca, ninguém havia me beijado assim.
É um beijo lento, molhado, sua língua invade minha boca e aos poucos vai acelerando sua sucção ao ponto do desespero. Nossas línguas se acariciam, e sempre ao final de cada beijo, seus lábios roçam os meus e sinto sua respiração o que me deixa com mais vontade ainda.
Ele tira minha camiseta e como estou sem sutiã seu acesso é livre aos meus seios. Seios os quais já estão inchados, firmes e com os mamilos duros. O som de nossas respirações ofegantes é abafado pelo som da água que continua a cair do chuveiro. Eu puxo ele contra o meu corpo num abraço apertado, peito com seios, pelos com pele, e é uma sensação maravilhosa aperta-lo contra mim assim com nossos troncos nus.
Sua mão desliza em minhas costas descendo até a linha do meu short enquanto a outra esta em minha nuca e seus lábios descem beijando meu pescoço até meus seios, onde os chupa maravilhosamente.
Enquanto uma mão esta tentando tirar o resto de minha roupa a outra massageia meu seio e sua língua acaricia o outro mamilo. A única coisa que consigo fazer é me deixar levar, deixar que ele explore cada canto do meu corpo absorvendo cada uma das sensações. Passo a mão em seus cabelos e com a outra tento manter o equilíbrio segurando me na parede, já que estamos de pé no meio do banheiro.
Já estamos completamente nus, seu pênis esta ali, duro, latente levemente úmido pronto para entrar em mim. Ele se posiciona embaixo da água e me puxa contra ele.
- Vai me dar banho agora? - pergunto.
- Tu quer?
Afirmo com a cabeça.
Ele pega o sabonete esfrega nas mãos para fazer espuma. Passa a espuma pelo meu pescoço, ombros, braços, desce até meus seios que mais estão parecendo dois faróis de tanta excitação. Continha descendo e vai até meu sexo.
- Aqui tem de lavar muito bem! - sussurra ele.
Fico ali admirando e esperando o próximo passo dele. Ele parece estar deslumbrado, ao mesmo tempo preocupado e satisfeito. Seus olhos claros estão brilhando como os de criança em dia de natal. Sua respiração é ofegante parecendo estar se controlando.Suas carícias, ah, suas carícias vão acelerando e acelerando, seus dedos giram por meu clitóris subindo e descendo. Então dois dedos deslizam para dentro de mim enquanto seu polegar continua em meu clitóris.
- Ah!- gemo com seus movimentos de vai e vem dentro de mim.
Sua outra mão não deixa meu corpo acariciando-o todo, é como se ele estivesse em cada canto da minha pele, sobe e desce por minhas costas em um momento e no outro já esta em um de meus seios.
A água caindo sobre nossos corpos, minha respiração cada vez mais acelerando no ritmo de suas carícias. Pego o sabonete e faço espuma em minhas mãos. Seguro seu pau duro e firme em minha mão ensaboada e começo meus movimentos no corpo dele.
-Hummm! - ele geme.
Quanto mais eu fricciono seu pênis mais firme e latente ele fica, sinto suas veias pulsando a cada movimento. Acelero essa fricção e de vez em quando passo o polegar na cabeça e sinto seu líquido quente lubrificando. Quando faço isso sinto seu pau latejar mais ainda. Pegamos o mesmo ritmo das carícias que eu não aguento e gozo!
Mesmo assim continuo ministrando meus carinhos nele enquanto sou pressionada contra a parede áspera do banheiro já que não é revestido. Ele me prensa contra a parede, levanta uma de minhas pernas e agarra minha bunda com a outra.
- Ai!- grito quando ele entra.
- E a camisinha? - pergunto.
- Agora não!- diz ele como em protesto. - Mas não se preocupa. - fala.
Ali ele continua a meter fundo dentro de mim. A sensação dele dentro de mim é ótima, pele com pele que meu corpo responde novamente. Me agarro nele como serpente a um galho de árvore. Sua mão ainda esta em minha coxa suspendendo linha perna, a outra apoiada na parede e eu ali pressionada.
Suas estocadas vão ficando cada vez mais duras e eu gozo novamente. Com isso mais duas estocadas e ele tira seu pênis de mim e o vejo jorrar.
Ele me beija e apoia sua cabeça em meu ombro, sua mão continua na parede e a outra puxa meu quadril contra ele.
Ficamos ali abraçados em êxtase com a água caindo sobre nossos corpos nus.